acaso

11 dezembro, 2010

o carteiro me entregou uma carta que eu não estava pronta para abrir. mais uma vez me perguntei se esse momento chegaria, se algum dia eu seria tomada por uma prontidão indiferente. foi então que eu percebi que qualquer coisa que viesse de você deveria ser só mais uma coisa. mas há uma distância considerável entre o que poderia ser (mas não é) e aquilo que não se tem controle.

(e eu sabia que nem tudo era passível de uma escolha própria)

não mudei os planos do dia,
mas tive que chorar.

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