Eu não sabia que você tinha feito aquele post sobre minha trama acenando, sobre ciganas e enganos e adeuses. E eu já nem me lembrava daquelas palavras que foram minhas. Então obrigada por me recordar o quanto eu sou empecilho para mim mesma. Isso é um alívio. Não é de hoje que estou apesar de mim e se já vim até aqui, bem, as pedras esperam um pouco mais.
Sobre a sua dose ácida – sabe o que pensei imediatamente? Em chuva ácida. Porque a chuva é gris. A chuva é cinza semovente como essas suas 3 linhas à beira do abismo.
Até depois.
paloma – empecilho para si? desculpe, mas acho que não entendi. isso é um alívio? e gostei da associação com a chuva. ela cai sem aviso e não escolhe quem ou o quê vai molhar.
rafa – será? gostei da sua frase. ela dá outro ritmo se for acrescentada no final dessa “coisa” ai que eu escrevi rs
Ah, pois é! Tantas vezes eu escrevo assim num ímpeto só e depois vejo que saiu uma “coisa” que só eu entendo (quando muito)! ; )
É que há momentos em que eu fico atrás dos empecilhos, farejando ao modo de Sherlock Holmes, quase. Aquele texto a que você fez referência me lembrou que o meu maior problema, quase sempre, sou eu mesma. E isso é um alívio: posso concentrar meu fôlego em um mergulho menos dispersivo! rs
Pena que a solução não seja assim tão elementar, e que nem sempre me surjam caros Watsons para seguir minhas pistas comigo.
Ah, e chuva, chuvinha inesperada. Coisa linda de se sentir.
eu me lembrei de alguma coisa que saiu em algum lugar.
“aquele lugar não permitia nada além do preto e do branco. e eu, me sentindo cada vez mais cinza, não tinha mais lugar pra ficar”
paloma – muitas vezes temos que seguir todas as pistas com nossos próprios pés, sem Watsons, Marias, Josés. são nossas, sabe? e chuva inesperada pode ser linda e bem molhada =p
dani – e quando não faz sentido, não tem meio tom que resolva.
aliceloide – e eu, me sentindo cada vez mais cinza, não tinha mais lugar pra ficar. isso é seu? gostei, muito.
6 Outubro, 2008 at 11:41 pm
Eu não sabia que você tinha feito aquele post sobre minha trama acenando, sobre ciganas e enganos e adeuses. E eu já nem me lembrava daquelas palavras que foram minhas. Então obrigada por me recordar o quanto eu sou empecilho para mim mesma. Isso é um alívio. Não é de hoje que estou apesar de mim e se já vim até aqui, bem, as pedras esperam um pouco mais.
Sobre a sua dose ácida – sabe o que pensei imediatamente? Em chuva ácida. Porque a chuva é gris. A chuva é cinza semovente como essas suas 3 linhas à beira do abismo.
Até depois.
7 Outubro, 2008 at 12:20 am
na dose certa?
7 Outubro, 2008 at 9:38 am
paloma – empecilho para si? desculpe, mas acho que não entendi. isso é um alívio? e gostei da associação com a chuva. ela cai sem aviso e não escolhe quem ou o quê vai molhar.
rafa – será? gostei da sua frase. ela dá outro ritmo se for acrescentada no final dessa “coisa” ai que eu escrevi rs
7 Outubro, 2008 at 1:01 pm
Ah, pois é! Tantas vezes eu escrevo assim num ímpeto só e depois vejo que saiu uma “coisa” que só eu entendo (quando muito)! ; )
É que há momentos em que eu fico atrás dos empecilhos, farejando ao modo de Sherlock Holmes, quase. Aquele texto a que você fez referência me lembrou que o meu maior problema, quase sempre, sou eu mesma. E isso é um alívio: posso concentrar meu fôlego em um mergulho menos dispersivo! rs
Pena que a solução não seja assim tão elementar, e que nem sempre me surjam caros Watsons para seguir minhas pistas comigo.
Ah, e chuva, chuvinha inesperada. Coisa linda de se sentir.
7 Outubro, 2008 at 1:57 pm
acordei bemol
tudo estava sustenido
sol fazia
só não fazia sentido
(acordei bemol / paulo leminski)
*pegando qualquer nota como referência, uma nota bemol está meio tom abaixo dela e uma sustenida meio tom acima.
9 Outubro, 2008 at 1:03 pm
eu me lembrei de alguma coisa que saiu em algum lugar.
“aquele lugar não permitia nada além do preto e do branco. e eu, me sentindo cada vez mais cinza, não tinha mais lugar pra ficar”
9 Outubro, 2008 at 6:41 pm
paloma – muitas vezes temos que seguir todas as pistas com nossos próprios pés, sem Watsons, Marias, Josés. são nossas, sabe? e chuva inesperada pode ser linda e bem molhada =p
dani – e quando não faz sentido, não tem meio tom que resolva.
aliceloide – e eu, me sentindo cada vez mais cinza, não tinha mais lugar pra ficar. isso é seu? gostei, muito.
16 Outubro, 2008 at 9:52 am
bonito.
muito bonito.
mas carregamos o arco-iris em algum cantinho.
(debaixo da unha que seja)
bora deixar o sol entrar.
21 Outubro, 2008 at 1:35 pm
claudia – debaixo da unha? que lugar apertadinho rs mas pelo menos está aparecendo o tempo todo né? cores, cores…