padrinho
22 Junho, 2008
sentado do lado de fora do teu quarto, tão ausente,
tentei trazer alguma coisa de volta.
não sei se tal coisa sou eu ou você.
dor e vergonha, misturadas.
é essa a distância.
a porta continua fechada,
mas o teu sorriso será o que tenho de melhor.

23 Junho, 2008 at 1:52 pm
di vaga ação…lembranças como ondas vem e vão…movimentos da lembrança que aquecem o coração
23 Junho, 2008 at 7:16 pm
lindo!
Como lindo também o poema que li ali no canto: “toda palavra é crueldade”
Adorei!
Parabéns…
bjos
23 Junho, 2008 at 11:48 pm
tecla sap, tia.
24 Junho, 2008 at 9:39 am
Lyani – obrigada pela visita =)
A sem sapatos – enh?
25 Junho, 2008 at 1:07 am
a distância mantida é uma solidão com certo requinte.
li hoje, em pé e sozinha no metrô, entre umas linhas do livro do marcelo mirisola.